Nova Maverick TREMOR
A temporada 2026 da Fórmula 1 dá a largada neste fim de semana, no dia 8 de março, com o GP da Austrália, em Melbourne. Considerada uma nova era no esporte, com carros mais leves e trem de força híbrido, ela marca também o retorno da Ford à categoria, em parceria com a Oracle Red Bull Racing.
Para a Ford, este não é apenas um novo capítulo. É a continuação de uma história notável na Fórmula 1, ao lado de grandes ícones como Michael Schumacher, Graham Hill, Sir Jackie Stewart, Jim Clark e muitos outros. Mesmo após mais de duas décadas de ausência, a Ford continua sendo um dos fabricantes de motores mais bem-sucedidos da categoria, agora com a Red Bull Ford Powertrains.
“Nós pertencemos à F1 e agora é a hora de trazer o Oval Azul de volta ao maior palco do automobilismo, em um momento em que o esporte está atingindo novos níveis de popularidade global”, diz Will Ford, gerente geral da Ford Racing.


O time de pilotos da Red Bull vai do tetracampeão mundial Max Verstappen ao único estreante do grid, o britânico Arvid Lindblad, de 18 anos, que apesar de ter a Superlicença da FIA ainda não possui habilitação de motorista. O francês Isack Hadjar e o neozelandês Liam Lawson completam o esquadrão.
Para a Ford, 2026 é a temporada de corridas mais movimentada de todos os tempos – competindo em 34 séries diferentes, desde a poeira do Dakar até as curvas inclinadas da NASCAR e o asfalto sagrado de Le Mans no WEC. E o impacto desse programa vai muito além dos fãs do esporte.

“A Ford Racing é o nosso laboratório definitivo, o que aprendemos nas corridas não fica na pista. Para nós, vencer não é apenas ser o primeiro a cruzar a linha de chegada. É descobrir novas maneiras de tornar nossos produtos ainda melhores e mais capazes para nossos clientes”, destaca Will Ford.
Após os treinos livres e a classificação, a corrida começa na madrugada de sábado para domingo, à 1h00, com transmissão na TV aberta pela Rede Globo.
O Grande Prêmio da Austrália mantém a tradição de abrir o calendário da F1. Com 5.278 km de extensão e 14 curvas, o traçado de Albert Park é conhecido pelas longas retas intercaladas com curvas rápidas e médias.
A sua história é recheada de emoções e imprevistos, desde abandonos na primeira volta e entradas frequentes do safety car a condições meteorológicas traiçoeiras. Outra curiosidade é que, durante a maior parte do ano, o circuito é apenas um parque urbano por onde transitam carros e bicicletas.

Esta temporada marca os 30 anos da primeira corrida no Albert Park e, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a curva 6 será batizada em homenagem a Laura Mueller e Hannah Schmitz, as primeiras mulheres a dar nome a uma curva de Fórmula 1.
